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VII Congresso Estadual da categoria conta com debates e aprovação de alteração estatutária

Em seu segundo dia, 27 de outubro, o congresso do Sindprev/BA começou com uma homenagem de Lindinete Pereira, diretora do sindicato, aos companheiros Augusto da Mota e Ademilson Gusmão, recitando uma poesia de agradecimento a passagem dos colegas nesse mundo, além de recitar também poesia de apoio à independência feminina.

Thiago Rios mais uma vez coordenou o congresso e anunciou o aniversário de Lula, feito isso a plenária se mobilizou e gritou “olê, olê, olê, olá, Lula, Lula!”, homenageando-o.

Lucivaldina Brito, Maria Almeida, Tânia Freitas, Diretoras do Sindprev/BA, compuseram a mesa da primeira rodada de debates onde foi discutido o Regimento do congresso.

Thiago Rios fez a leitura do regimento e ficou aberto aos delegados do congresso para intervenção estatutária, sendo aprovado por maioria absoluta, sem nenhuma abstenção e apenas com 01 voto contra, a aprovação da alteração estatutária de adjuntos da Direção serem delegados no Congresso da categoria.

O Diretor Jurídico do Sindprev/BA, Ricardo Mendonça, falou sobre os processos e ações judiciais, bem como a lei 13.324 que favoreceu a categoria, mas não atende todas as necessidades, além de explicar as condições que o servidor deve seguir para estar aposentado e fazer a opção de carreira. Falou de processos já ganhos e ainda em andamento. O diretor aconselhou a categoria a manter o cadastro atualizado para facilitar a inclusão dos associados nos processos. Sobre o PCCS foi dito que desde 2015 foram obtidas decisões favoráveis.

Lucivaldina Brito, diretora da Secretaria de Políticas Sociais, falou sobre o Projeto Qualidade de Vida e a importância de os delegados dos interiores levarem para suas respectivas cidades os informes.

Cintra falou sobre as ações de pecúlio também a nível nacional, deu informes sobre processos que a CNTSS está buscando sucesso.

A segunda mesa foi composta por Edson Conceição, Walter Cândido, Alindai Pereira, José Leal, representante da CTB, Isabel Cristina, vice-presidente da CNTSS e Donizete, representante da CUT Nacional. Em seguida aconteceram os debates da Conjuntura Nacional, com ênfase na Reforma Trabalhista, Reforma da Previdência e os impactos no Servidor Público, na qual foi discutido também o caderno de teses.

“Estamos perdendo tudo que foi conquistado, precisamos participasse da discussão e criassem propostas para a conjuntura”, disse Alindai.

José Leal deu ênfase nas pretensões do governo atual para desmoralizar ainda mais o Brasil, trazendo exemplos de como os servidores também podem ser prejudicados caso haja implantação das reformas.

Isabel Cristina para exemplificar as reformas, trouxe casos anteriores de empresas que foram prejudicadas, e disse que tanto o setor privado quanto o público sofrerão com as mudanças. “O cenário que vem em frente é um cenário trágico, temos que analisar como iremos surgir das cinzas para o enfrentamento”, disse.

Donizete falou da conjuntura em relação ao diferencial que os movimentos sindicais têm para enfrentar as informações que a mídia expõe sem provas e o dever dos sindicatos é defender os trabalhadores. Enfatizou a importância da unidade das centrais contras essas reformas e exaltou a importância da coleta de assinaturas contra a revogação da reforma trabalhista.

Alindai abriu para que os delegados contribuíssem com os debates. Edivaldo Santa Rita falou sobre a conscientização que o Sindprev/BA tem feito para que os associados estejam prontos para o enfrentamento e informou que no dia 10 de novembro os diretores do sindicato vão passar um dia na Praça da Piedade recolhendo assinaturas contra a anulação da reforma. Valdemir Medeiros falou sobre a conjuntura debatida no congresso, explicou que o militarismo não é válido para melhoria, falou também do perigo caso haja implantação das reformas, ressaltou a luta das centrais para que os concursos públicos existissem e concluiu a sua fala com um grito “Fora Temer!”.

Walter falou sobre a importância de falar de conjuntura para toda a sociedade pois o momento atual do país abala a todos e sendo implantadas, o Governo destruirá todas as conquistas. Coutinho levantou um questionamento “de onde vem à conjuntura?” e em seguida explicou que vem do exterior, disse também que o que seria implantado na gestão de Fernando Henrique e os funcionários públicos não permitiram, está voltando agora, e garantiu que se houvesse união e muita luta, seria barrado novamente.

Ricardo Mendonça falou sobre a sua preocupação com a situação do país e mais uma vez falou sobre outros cortes para além das reformas, bem como a saúde, pensando no SUS e sua importância para discussão, falou sobre mobilização que deve ser feita em todos os lugares e não só nas bases.

Alindai falou sobre o risco que os jovens correm de morrerem escravizados de acordo com o retrocesso do país, “esse projeto é de morte” disse indignada. Tânia deu informes sobre a liminar que foi concedida suspendendo a venda do pré sal.

Walter agradeceu à plenária, aos que compuseram a mesa e terminou o evento com o coro “trabalhador unido, jamais será vencido!”.

Vale ressaltar que a Fisio Pilates e Estética esteve presente no congresso da categoria, realizando procedimentos terapêuticos nos congressistas, e contou com a parceria da GEAP, que montou um estande para orientar os servidores beneficiários.

ASCOM SINDPREV/BA

Texto: Priscila Teixeira

Fotos: Luis Teixeira

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