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Sindprev/BA presente na 1ª Conferência Estadual de Vigilância em Saúde da Bahia

Aconteceu na noite de ontem (06), a abertura da 1ª Conferência Estadual de Vigilância em Saúde do Estado da Bahia, que acontecerá até o dia 09 de novembro, no Hotel Fiesta, na Pituba.

O objetivo do evento é propor diretrizes para a Formulação da Política Estadual de Vigilância em Saúde e debater propostas para estabelecer um modelo de atenção no Sistema Único de Saúde – SUS, voltado à redução do risco da doença e de outros agravos, para a promoção, proteção e prevenção.

O tema central da conferência foi “Vigilância em Saúde: Direito, Conquista e Defesa de um SUS Público de Qualidade. Na mesa de abertura estava o presidente do CES – Conselho Estadual de Saúde, Ricardo Mendonça, também diretor do Sindprev/BA, da Secretaria de Assuntos Jurídicos, o médico sanitarista e ex-ministro da saúde, Arthur Chioro, o secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, a superintendente de Vigilância e Proteção da Saúde, Rívia Barros e o professor da Ufba e PHD em epidemiologia, Naomar Almeida.

A abertura ainda contou com os tambores do Ilê Ayê e com a apresentação do cantor Cinho Damatta.

Representando o Sindprev/BA estava à diretora da Secretaria de Políticas Sociais, Lucivaldina Brito e o diretor da Secretaria de Administração e Finanças, Valdemir Medeiros. Estava presente também o representante da CNTSS-CUT, Raimundo Cintra.

De acordo com o presidente do CES o evento reuniu cerca de 1.200 pessoas entre usuário do SUS, trabalhadores e gestores de saúde. “Fizemos uma etapa preparatória com 09 macrorregionais, pois esta conferência é muito importante nesse momento de retrocesso do SUS”, afirmou Ricardo Mendonça. “A gente vai discutir uma pauta importante, que é a vigilância em saúde, que trabalha muito na prevenção e na promoção de saúde, e discutir alguns aspectos como a política nacional de atenção básica, que foi toda alterada”, concluiu ele.

Ainda segundo Ricardo a base do sindicato do Ministério da Saúde está sofrendo muito em relação ao SUS. “Esse desmonte da política pública de saúde está fazendo com que bons trabalhadores da saúde, todos eles qualificados, não ocupem os seus devidos lugares. Mas uma perda principal é a questão da portaria que suspende o aumento salarial dos trabalhadores e dificulta a administração pública. Ou seja, é um governo que quer o Estado mínimo, é um retrocesso muito grande”, falou indignado. “Precisamos juntos, trabalhadores e o Sindprev lutar no dia 10 de novembro, próxima sexta-feira, pela defesa da democracia na Paralisação Geral”, disse.

ASCOM SINDPREV/BA

Texto: Priscila Teixeira

Fotos: Luis Teixeira

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