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Sindprev/BA realiza roda de conversa no EREBA

Dia da Consciência Negra e Novembro Azul

Aconteceu na manhã de ontem (20), uma roda de conversa realizada pelo Sindprev/BA, através da Secretaria de Políticas Sociais, no Núcleo Estadual do Ministério da Saúde – BA (EREBA), na Praça da Sé, com os (as) servidores (as) da unidade, em alusão ao Dia da Consciência Negra e ao Novembro Azul.

O evento contou com a participação do especialista em Oncologia Clínica, Dr. Rafael Batista (médico assistente do NOB – Núcleo de Oncologia da Bahia, e membro da Sociedade Europeia de Oncologia), a fisioterapeuta Drª. Luana Saldanha, a psicóloga e assistente social Cibele Marques e a Drª. Em Saúde Pública, Maria Inês Barbosa.

Representando o Sindprev/BA estava Lucivaldina Brito, Edivaldo Santa Rita, Valdemir Medeiros, Ricardo Mendonça, José Coutinho, Lindinete Pereira, Eunice Fontes e Marinalva Menezes.

Edivaldo Santa Rita destacou a importância do debate, devido à falta de respeito e intolerância das pessoas, dando espaço ainda nos dias de hoje a preconceito.

De acordo com Coutinho tão importante quanto tratar da prevenção da doença com o Novembro Azul, é avançar sobre a política do cidadão. “É defender a nossa origem, a leitura que temos de nos mesmos”, disse.

Valdemir ressaltou a necessidade de sempre ter acesso a novas informações agradecendo a presença do médico e passou informes da eleição e do PCCS.

Ricardo falou da importância de quebrar paradigmas e preconceitos, e ressaltou a conscientização dos homens para fazer os exames de prevenção. O diretor aproveitou para falar da reunião da Geap em Brasília, que aconteceu ontem, e os companheiros do sindicato foram para saber quais caminhos percorrer com a ação judicial.

Dr. Rafael Batista iniciou a palestra falando sobre o rastreamento em câncer, informando que é o câncer de próstata é o mais frequente nos homens, tirando o de pele.

“A importância da detecção precoce aumenta as chances de cura. O risco é muito maior em cirurgia quando a doença já está em processo avançado”, afirmou.  “A maior incidência são nos homens na terceira idade, acima de 65 anos, ou quem tem histórico familiar e homens negros”, concluiu ele. O médico ainda falou a importância de realizar o exame PSA e o toque retal a partir dos 50 anos. “Esse exame não interfere na masculinidade de ninguém. Trata-se de um exame físico fundamental para o rastreamento”, enfatizou.

A fisioterapeuta Drª. Luana Saldanha falou da importância da fisioterapia para o paciente prostatectomizado. “A fisioterapia tem total relação com essa questão, tendo um papel importante ao tratar o assoalho pélvico, com a perda de urina e disfunção sexual”, informou. O atendimento especializado acontece na Clínica do Trabalhador – Fisio Pilates e Estética, uma parceria com o Sindprev/BA, em frente ao sindicato, e é conveniada com a GEAP.

Cibele Marques realizou uma dinâmica com os presentes e falou sobre o psicossocial do indivíduo ao descobrir a doença. Em seguida Maria Inês fez uma reflexão sobre o racismo institucional trazendo questões relevantes sobre o tema. “O passado não posso mudar, o presente é nossa responsabilidade, nós podemos mudar e fazer a diferença”, disse.

Em seguida foi servido um Coffee break encerrando à atividade.

#NãoaoPreconceitoeaoRacismo

ASCOM SINDPREV/BA

Texto: Priscila Teixeira

Fotos: Luis Teixeira

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